A fé é um dom divino. Não é um sentimento inato ao sêr humano; não nasce com ele.
A fé é recebida e desenvolvida em nós, mas não nos é própria.
Ao ser colocada e desenvolvida em nós, ela adquire características pessoais, porque Deus não deseja manipular ninguém, mas "estar conosco", em nossa individualidade. Nós não dizemos "Deus conosco"?
A fé surge como resposta do homem ao derramamento da graça santificante. A iniciativa é sempre de Deus. A surdez, ou a escuta, e a resposta é nossa
Quando descobrimos que não estamos sós, e que Deus está em, com, e por nós, surge um diálogo entre o homem e Deus.
Diálogo no escuro, em que vamos nos dando conta da presença de Deus conosco.
Deste diálogo começa a surgir a fé, onde vemos que Deus tudo pode, e nos ajuda.
A descoberta de Deus em nossa vida foi descrita no Novo Testamento como "primeiro amor". É a primeira conversão.
Então, junto à conversão, vem a fé, que se desenvolve durante toda a nossa vida.
Vejamos o exemplo de Maria Santíssima.
Quando o anjo Gabriel lhe faz o anúncio de Cristo a ser gerado em seu ventre ela responde que "faça-se em mim segundo a tua palavra".
Mais tarde, nas bodas de Caná, ela arfirma "fazei tudo o que Ele vos disser".
E na cruz, o fato dela ficar de pé diate da cruz já diz a maturidade de sua fé.
Como se vê a fé progride com o tempo, desde que se busque este desenvolvimento.
Porque a fé também pode e muitas vezes regride. Há muita desistência neste caminho, lembre-se da parábola da semente semeada no meio do caminho.
Existe uma conversão inicial, que a fé acompanha, e outra conversão cotidiana, mais difícil, e que colocará em prova a nossa fé.
Muitos sofrimentos podem sepultar a fé, ou aprimorar o nosso conhecimento sobre o amor de Deus.
A fé se completa no silêncio de Deus, quando Jesus na cruz diz "Pai, porque me abandonaste".
É o momento em que nós, a sós, nos vemos unicamente com nossa fé.
Como Jesus diz, "quando eu voltar, encontrarei fé?"
Para reflexão.
A fé é recebida e desenvolvida em nós, mas não nos é própria.
Ao ser colocada e desenvolvida em nós, ela adquire características pessoais, porque Deus não deseja manipular ninguém, mas "estar conosco", em nossa individualidade. Nós não dizemos "Deus conosco"?
A fé surge como resposta do homem ao derramamento da graça santificante. A iniciativa é sempre de Deus. A surdez, ou a escuta, e a resposta é nossa
Quando descobrimos que não estamos sós, e que Deus está em, com, e por nós, surge um diálogo entre o homem e Deus.
Diálogo no escuro, em que vamos nos dando conta da presença de Deus conosco.
Deste diálogo começa a surgir a fé, onde vemos que Deus tudo pode, e nos ajuda.
A descoberta de Deus em nossa vida foi descrita no Novo Testamento como "primeiro amor". É a primeira conversão.
Então, junto à conversão, vem a fé, que se desenvolve durante toda a nossa vida.
Vejamos o exemplo de Maria Santíssima.
Quando o anjo Gabriel lhe faz o anúncio de Cristo a ser gerado em seu ventre ela responde que "faça-se em mim segundo a tua palavra".
Mais tarde, nas bodas de Caná, ela arfirma "fazei tudo o que Ele vos disser".
E na cruz, o fato dela ficar de pé diate da cruz já diz a maturidade de sua fé.
Como se vê a fé progride com o tempo, desde que se busque este desenvolvimento.
Porque a fé também pode e muitas vezes regride. Há muita desistência neste caminho, lembre-se da parábola da semente semeada no meio do caminho.
Existe uma conversão inicial, que a fé acompanha, e outra conversão cotidiana, mais difícil, e que colocará em prova a nossa fé.
Muitos sofrimentos podem sepultar a fé, ou aprimorar o nosso conhecimento sobre o amor de Deus.
A fé se completa no silêncio de Deus, quando Jesus na cruz diz "Pai, porque me abandonaste".
É o momento em que nós, a sós, nos vemos unicamente com nossa fé.
Como Jesus diz, "quando eu voltar, encontrarei fé?"
Para reflexão.
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